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“Museu” no Japão permite imersão no futuro

Diferentes ambientes – alguns deles com água que sobe até as canelas dos visitantes -, muitas luzes, cores, reflexos e projeções, que despertam a vontade de brincar e de interagir com os recursos em volta. Assim é o TeamLab Planets, localizado em Tóquio, no Japão, uma instituição visitada pelo professor Martin Grossmann neste mês, que, segundo ele, promove uma experiência de imersão em ambientes do futuro e a vivência de situações que possibilitam entender o que vai acontecer com o ser humano na sua relação com a tecnologia.

“Os organizadores dizem que é um museu e que o que está ali é arte, mas ainda tenho dúvidas sobre isso”, destaca Grossmann, tentando descrever a instituição. O certo é que o TeamLab Planets é um “novo mundo”, mais ligado à virtualidade do que à cultural material. “Não são mais objetos nem o modo de comportamento que a gente tem nos museus, mas um espaço onde as pessoas interagem, induzidas por diferentes mecanismos”, acrescenta o professor. “Não é mais uma relação com a natureza natural, mas com a natureza artificial, criada por meio de potentes computadores e projetores com uma incrível capacidade de definição; um mundo mais ligado ao entretenimento do que à arte.”

Ouça no link acima a íntegra da coluna Na Cultura, o Centro está em toda parte.

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